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terça-feira, 1 de setembro de 2015

O ensino da Cruz

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“Então, disse Jesus aos seus discípulos: Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz, e siga-me” — (Mateus 16:24).
Na nossa vida em certos momentos exige de nós renuncia, todavia, nenhuma delas hão de se compararem a renuncia que é exigida por Cristo aos que são chamados para seguir, ou seja, aos discípulos. No texto de Mateus 16:24, nos trás algumas máximas do ensinamento de Cristo em nossa vida.
O primeiro ensinamento é o ato voluntário de querer ir após de Cristo, mostrando entrega voluntária ao senhorio de Cristo, ou seja, uma plena entrega à Cristo, ouve as suas palavras e a praticam, logo se não praticam; não pertencem a Deus (João 8:47 Aquele que pertence a Deus ouve o que Deus diz. Vocês não ouvem porque não pertencem). Cristo é Senhor e Salvador dos que ele elege, e o senhorio de Cristo é o que prover o escape das contaminações do Mundo, aqueles que não praticam o Senhorio de Cristo em suas vidas se tornam piores do que antes (II Pedro 2:20 Se, tendo escapado das contaminações do Mundo por meio do conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo, e encontram-se novamente nelas enredados e por elas dominados, estão em pior estado do que o princípio). A fé cristã é prática dos princípios ensinados (Romanos 2:13 Porque não são os que ouvem a Lei que são justos aos olhos de Deus; mas os que obedecem à lei, estes serão declarados justos.), viver o cristianismo é ir após Cristo, ou seja, seguir aos passos de Cristo.
O segundo entendimento é a se mesmo se negue. Negar é o ato de se despir de todas as vaidades que possam lhe atar ao Mundo e a si mesmo. Aquele que deseja estar em Cristo deverá morrer (Romanos 8:13-14 Pois se vocês viverem de acordo com a carne, morrerão; mas, se pelo Espírito fizerem morrer os atos do corpo, viverão, porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus são filhos de Deus). A vida cristã é uma maratona, difícil, de extremo cansaço e de dificuldades tamanhas, mas o corredor é chamado para deixar para trás todo o embaraço que lhe empesa de prosseguir (Hebreus 12:1-2), pois todos que se prendem ao pecado predem se a si mesmo, e o “eu” torna o seu deus e este anseia em fazer o se próprio caminho de lamento (Provérbios 30:11-14). Negar a si mesmo é seguir o exemplo de Cristo; é fazer a vontade daquEle que lhe enviou (I Pedro 2:21). Ele “não agradou a si mesmo” (Romanos 15:3). E há dificuldades no caminho, obstáculos na estrada, dos quais o principal é o ego. Portanto, este deve ser “negado”. Este é o primeiro passo para se “seguir” a Cristo.
O terceiro ensinamento é tomar a Cruz. Tomar a “cruz” significa uma vida voluntariamente rendida a Deus. Como o ato dos homens ímpios, a morte de Cristo foi um assassinato; mas como o ato do próprio Cristo, foi um sacrifício voluntário, oferecendo a Si mesmo a Deus. Foi também um ato de obediência a Deus. Em João 10:18 Ele disse, “Ninguém a [Sua vida] tira de mim; pelo contrário, eu espontaneamente a dou”. E por que Ele o fez? Suas próximas palavras nos dizem: “Este mandato recebi de meu Pai”. A cruz foi à suprema demonstração da obediência de Cristo. Ele foi o nosso Exemplo. Em Filipenses 2:5: “Que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus”. E nos versos seguintes nós vemos o Amado do Pai tomando a forma de um Servo, e tornando-Se “obediente até a morte, e morte de cruz”. Agora, a obediência de Cristo deve ser a obediência do cristão — voluntária, alegre, sem reservas, contínua. A “cruz” significa rendição e dedicação a Deus: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional” (Romanos 12:1).
A “cruz” significa serviço vicário e sofrimento. Cristo deu a Sua vida pelos outros, e Seus seguidores são chamados a estarem dispostos para fazerem o mesmo: “Devemos dar nossa vida pelos irmãos” (1 João 3:16). Esta é a lógica inevitável do Calvário. Somos chamados para seguir o exemplo de Cristo, para a companhia de Seus sofrimentos, e para ser participantes em Seu serviço. Assim como Cristo “a si mesmo se esvaziou” (Filipenses 2:7), assim devemos fazer. Assim como Ele “veio para servir, e não para ser servido” (Mateus 20:28), assim devemos ser. Assim como Ele “não agradou a si mesmo” (Romanos 15:3), assim devemos fazer. Assim como Ele se lembrou dos outros, assim devemos lembrar: “Lembrai-vos dos encarcerados, como se presos com eles; dos que sofrem maus tratos, como se, com efeito, vós mesmos em pessoa fôsseis os maltratados” (Hebreus 13:3).
Quando vivemos estes três ensinamentos vivemos o verdadeiro cristianismo. Um cristianismo de Senhorio de Cristo; um cristianismo de Renuncia; e um cristianismo de sacrifício e entrega. Que cada uma de nós possamos viver este cristianismo de mudanças de paradigmas.


sexta-feira, 28 de agosto de 2015

Uma Vida no Espírito As ordenanças

A vida no Espírito aponta para as ordenanças na igreja de Cristo. Nos escritos paulinos não há muitas referências sobre estas ordenanças, todavia as que hão, são de suma importância. Podemos ver a exemplo o trecho de I Cor. 12:13 a. que mostra a importância que o Espírito Santo têm na atuação dos que se convertem. Neste caso Paulo mostra que a pessoa que se converte é feita parte da igreja pelo Espírito Santo e não pelas águas. O novo nascimento só é efetuado naquele que é gerado pelo Espírito Santo. Esta unidade só é proporcionada pelo Espírito, como ele menciona posteriormente que: quer judeus, quer gregos, quer escravos, quer livres. E a todos nós foi dado de beber de um único Espírito.
                Uma vida no Espírito para Paulo referisse a unidade que a pessoa tem com a Igreja, pois, não havendo unidade, aquela pessoa não está em Cristo (Gal. 3:27-28). O Espírito nos liga à Cristo, e Cristo é o que nos liga um ao outro. Esta unidade com Cristo indicará que você é, ou não, uma nova pessoa em Cristo (Rom. 6:3). Viver em unidade é viver a nova vida de Cristo, sem rudimentos do passado, ser crente é ser santo, e ser santo é ser separado (Rom 6:4; Col. 2:12). Quando vivemos isto por completo, vivemos em unidade com Cristo.
                A menção da Ceia do Senhor também ressalta que esta ordenança é para exaltar a unidade do Espírito na vida da Igreja. Em I Cor. 10: 16-17. É imperativo é que uma vida no Espírito Santo é uma vida cheia da graça de Deus em comunhão com os irmãos, e com Deus. Não há como termos a certeza de uma vida cheia no Espírito Santo sem estar em comunhão com todos que fazem parte do corpo. Quando o cristão participa do corpo de Cristo é reforçado na mente dele que o Senhor o chamou para ser um com a sua igreja e com Cristo.
                Assim a Ceia do Senhor é de suma importância para os irmãos, pois é o momento de unidade. Para Paulo não se poderá haver facções na Igreja, isto é demonstrado no pensamento expresso em I Cor. 11:21, donde estes faziam grupos fechados o tomavam a Ceia com abundância entre os mais afortunados, quanto os mais pobres nem eram lembrados, então Paulo diz que isto não é Ceia do Senhor, ou seja, isto não é comunhão (I Cor. 11:20). E, então a Ceia ganhará a explicação mais contundente ao que tange uma vida cheia no espírito Santo (I Cor. 11:23-26): 1) Uma vida no Espírito vive a nova aliança; 2) Uma vida no Espírito tem a memória do sacrifício de Cristo na Cruz; 3) e uma vida no Espírito Santo é uma vida de proclamação da morte do Senhor até que ele venha.

                Assim, Paulo afirma que aquele que tem uma vida no Espírito Santo é o crente nascido de novo, que morreu em Cristo e ressuscitou para uma vida em comunhão com Cristo e com os seu irmão, como um verdadeiro corpo espiritual.

sexta-feira, 14 de agosto de 2015

Vida no Espírito Santo Os Dons do Espírito Santo


No estudo passado vimos que o Apostolo Paulo, espera que todos tenham o Fruto do Espírito, contudo, concernente aos dons do Espírito Santo ele não vê da mesma forma, mas enxerga que os Dons também são uma característica do crente cheio do Espírito Santo, destarte, ele afirma a ter uma diversidade de dons (1 Cor. 12:4-11). E, a tese paulina é que os Dons do Espírito Santo é o que estimula a unidade da igreja, pois há diversos membros, contudo, um só corpo (I Cor. 12:12).
A igreja de Corinto era uma igreja adornada pelos dons espirituais, e parece que este fato era a beleza deste da vida cristã deste povo, mas Paulo os exorta a não se ensoberbecer (I Cor. 4:6); é bem claro que havia um sentimento de competição entre os quais tinham charisma. Por este fato o Apóstolo Paulo insere o dom do Amor em um capítulo inteiro (I Cor. 13), desta maneira demonstrando que o bom uso dos dons só é possível com o amor. Este ensino não era para inibir o uso dos charimas, mas estimulá-los a buscarem os charimas mais importantes para o crescimento e edificação do corpo (I Cor. 14: 12; 18; e 26), ser cheio do Espírito Santo é ter os dons a serviço da igreja, e não em benefício próprio.

Na vida da igreja o Espírito Santo está presente, e na vida do cristão autentico sempre está atuando. O Santo Espírito atua dando testemunho da obra salvífica de Deus em nossas vidas (Rom. 8:16), intercede por nós (Rom. 8:26-27) e nos santifica (Rom. 15:16). Na justificação (I Cor 6:11) e na revelação (I Cor. 2:10; I Tim. 4:1-5). A presença do Espírito Santo na vida do crente é o selo da propriedade do Senhor (Ef. 1:13; 4:30). Além destas atividades o Espirito Santo nos ensina (I Cor. 2:13) e vive em nós (II Tim. 1:14), e nos capacita para a eternidade (II Cor. 3:6).

A vida no Espírito Santo


O crente em Cristo Jesus deverá ter uma vida cheia do Espírito Santo, isto significa se tornar morada das virtudes espirituais (Rom. 8:9, 11; I Co. 3:16). Viver uma vida no Espírito é viver uma vida cheia da virtude do Altíssimo confrontando o Mundo e seus ideais.
A teologia cristã defende que todo crente tem o Espírito Santo, e são guiados por eles, Paulo diz afirmativamente que “Porque todos os que são guiados pelo Espírito de Deus esses são filhos de Deus”. (Romanos 8:14 ) E, em termos negativos: “Vós, porém, não estais na carne, mas no Espírito, se é que o Espírito de Deus habita em vós. Mas, se alguém não tem o Espírito de Cristo, esse tal não é dele”. (Romanos 8:9) Um erro grosseiro é falar que uma pessoa que se converteu a Cristo, não tem o Espírito Santo; pois, logo esta não será convertida.
Existe uma distorção sobre ser cheio do Espírito Santo. As pessoas pensão que é um recebimento de um espírito, e que tal pessoa manifestará tremedeiras, giros e gritos, ou, que falará freneticamente. Todavia, ser cheio do Espírito Santo é manifestar o fruto do Espírito, e o que é este fruto? Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei. (Gálatas 5:22,23) então, pois o fruto da luz consiste em toda bondade, justiça e verdade; e aprendam a discernir o que é agradável ao Senhor. (Efésios 5:9,10). Esta ideia é ratificada pelo nome que os cristões conheciam: Espírito Santo.
O Espírito Santo não é uma força, mas sim, uma pessoa. Paulo diz que o Espírito Santo distribui dons aos homens, como lhe apraz (I Cor. 12:4-11), demonstrando querer e gerenciamento. Ele também falará da psique do Espírito Santo, da mente, do que soma a personalidade de qualquer pessoa (Romanos 8:6, 27) e demonstra sentimento que o Espírito Santo tem, quando ressalta para não entristecer o Espírito Santo (Efésios 4:30). Este entendimento é essencial para que o cristão venha ter um aproveitamento de toda Obra do Espírito Santo, pois, é este que derrama o amor de Deus nos corações (Rom. 5:5), e o mesmo Espírito Santo é também o que gera amor em nós (Rom. 15:30). Pelo Espírito Santo ser uma pessoa é somos guiados por Ele (Gal. 5:18). O Espírito Santo não é uma força impessoal.
O entendimento paulino vai demonstrar que o espírito Santo está envolvido é atividades importantíssimas. Paulo afirma que os crentes estão no Espírito Santo, assim como disse que eles estão em Cristo. Destarte, os crentes não estão na carne, mas no Espírito Santo (Romanos 8:9); estes podem falar no Espírito Santo (I Cor. 12:3); devem andar no Espírito Santo (Gal. 5:16); a consciência de Paula atua no Espírito Santo (Rom. 9:1). Semelhantemente, Paulo fala dos que se inclinam para o Espírito Santo (Rom. 8:5; Gal. 4:29), e dos que andam “segundo o Espírito Santo” (Gal. 5:16,25). Ultimasse que o Espírito Santo é fator dominante na vida do crente.

Para Paulo o Espírito Santo é uma pessoa real que habita nos crentes (I Cor. 6:19; II Tm 1:14), os fortalece para o serviço (Rom. 8:26; II Cor. 3:6; Ef. 3:16) e lhes ensina o que deve dizer (I Cor 2:13). O resultado é uma série de virtudes cristãs, como justiça, paz e alegria (Rom. 14:17; I Ts 1:1-6); a esperança da Justiça (Gal. 5:5) e admissão da presença do Pai (Ef. 2:8). E, então é dado o entendimento que quem semeia para o Espírito, do Espírito colherá vida eterna (Gal. 6:8).

A Lição da Figueira

(Mat. 21:18-22)

Depois de passarem a noite em Betânia (21:17), Jesus e os discípulos se levantaram e voltaram para Jerusalém. Betânia ficava a cerca de três quilômetros de Jerusalém, o que o tornava um subúrbio daquela cidade.
Neste trecho um pouco enigmático parece à figura de uma figueira. A figueira do figo comestível (Ficus carica) é a primeira planta descrita na Bíblia, quando Adão se veste com suas folhas, ao notar que está nu (Os olhos dos dois se abriram, e perceberam que estavam nus; então juntaram folhas de figueira para cobrir-se. Gênesis 3:7). A origem da espécie parece ser do Oriente Médio.
                O figo comestível era cultivado em todas as civilizações do Mediterrâneo na antiguidade, incluindo os povos egípcios, judeus, gregos e romanos. O figo comestível tinha a vantagem de poder ser secado e se manter adequado à alimentação durante meses. Para atravessar o deserto, os povos antigos do Oriente Médio e norte da África utilizavam frutas secas, entre elas o figo, ricas em nutrientes e fáceis de conservar.
O figo é considerado um fruto sagrado para os judeus. Ele faz parte dos sete alimentos que crescem na Terra Prometida, segundo a Torá (Deut. 8), o Antigo Testamento. São eles: trigo, cevada, uva, figo, romã, oliva e tâmara (representando o mel).
As figueiras davam frutos da seguinte forma: em março, tinham pequenos botões comestíveis; em abril, vinham grandes folhas verdes; então em maio os botões caiam e eram substituídos por figos comestíveis. Este evento provavelmente ocorreu em Abril, então Jesus esperava se alimentar daquela figueira, que, contudo, havia várias folhas verdes, mas era infrutífera. (Vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela, mas nada encontrou, a não ser folhas. Então lhe disse: "Nunca mais dê frutos! " Imediatamente a árvore secou. Mateus 21:19)
O grande ensinamento desta parábola passa pela primeira vez que Jesus usou o seu poder para o juízo, demonstrando que o Deus Salvador é também juízo bem presente (Porque o nosso Deus é um fogo consumidor. Hebreus 12:29).
Nesta parábola a figueira simboliza Israel, um povo separado e escolhido por Deus (Porque povo santo és ao Senhor teu Deus; o Senhor teu Deus te escolheu, para que lhe fosses o seu povo especial, de todos os povos que há sobre a terra. Deuteronômio 7:6); esta escolha era para que Israel pudesse dar frutos entre as nações da Terra, contudo Israel despreza sua missão (Assim diz o Soberano Senhor: Eu a tratarei como merece, porque você desprezou o meu juramento ao romper a aliança. Ezequiel 16:59), e Deus então a julga com fervor. Israel passa a ter uma religião frívola, vazia perante o Deus Eterno (O Senhor diz: "Esse povo se aproxima de mim com a boca e me honra com os lábios, mas o seu coração está longe de mim. A adoração que me prestam só é feita de regras ensinadas por homens. Isaías 29:13), e este fato na época de Cristo era ainda mais notório, tanto que o próprio Cristo ratifica a profecia de Isaías em Marcos 7: 6-7.
Esta religião era muita vistosa, pois era cheia de tradições humanas (Vocês negligenciam os mandamentos de Deus e se apegam às tradições dos homens".Marcos 7:8), Deus nunca quis isto para o seu povo, mas sempre quis protegê-los, todavia, sempre fugiram da presença do Senhor (Jerusalém, Jerusalém, você, que mata os profetas e apedreja os que lhe são enviados! Quantas vezes eu quis reunir os seus filhos, como a galinha reúne os seus pintinhos debaixo das suas asas, mas vocês não quiseram. Mateus 23:37), mas estes eram como sepulcro caiado (Ai de vocês, mestres da lei e fariseus, hipócritas! Vocês são como sepulcros caiados: bonitos por fora, mas por dentro estão cheios de ossos e de todo tipo de imundície. Mateus 23:27). Assim, a parábola começa a fazer sentido.
Jesus viu aquela formosa figueira cheia de folhas, e deduziu que esta já esta com os seus pequenos frutos para alimentá-lo (Vendo uma figueira à beira do caminho, aproximou-se dela, mas nada encontrou, a não ser folhas. Mateus 21:19a); houve uma grande decepção em Cristo por não se saciar dos frutos da figueira, então só lhe restou amaldiçoa-la (Então lhe disse: "Nunca mais dê frutos! " Imediatamente a árvore secou Mateus 21:19b).
Esta parábola aponta para necessidade de não termos uma vida de uma religião aparente e vazia. Este paradigma reflete em uma ocasião futurística agora relacionada à igreja de Laodicéia:
Ao anjo da igreja em Laodicéia escreva: Estas são as palavras do Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o soberano da criação de Deus.
Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente!
Assim, porque você é morno, nem frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca.
Você diz: Estou rico, adquiri riquezas e não preciso de nada. Não reconhece, porém, que é miserável, digno de compaixão, pobre, cego e que está nu.
Dou-lhe este conselho: Compre de mim ouro refinado no fogo e você se tornará rico; compre roupas brancas e vista-se para cobrir a sua vergonhosa nudez; e compre colírio para ungir os seus olhos e poder enxergar.
Apocalipse 3:14-18
Esta igreja é a expressão de Israel figurado pela figueira. Laodicéia era uma cidade que era suprida por águas de outra cidade, Colossos, que tinha suas águas geladas, pois viam das montanhas, e que saciavam a sede dos viajantes. Existia também outra cidade chamada Hierápolis, que tinham fontes de águas termais, que aliviava as dores dos corpos dos que se banhavam nelas. Todavia, Laodicéia tinha uma verdadeira inutilidade de suas águas, que chegavam mornas e provocavam vômitos em que bebiam, ou seja, nenhuma utilidade apesar de ser rica; porém, era  miserável, digno de compaixão, pobre, cego e que está nu. Uma igreja sem identidade; uma figueira afrontosa cheia de folhas, mas sem frutos.
Deus quer que nós venhamos a reconhecer a nossa miséria espiritual e que não vivamos uma vida religiosa de aparência. E, que possamos produzir verdadeiro fruto do Espírito.
Mas o fruto do Espírito é amor, alegria, paz, paciência, amabilidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio. Contra essas coisas não há lei.
Os que pertencem a Cristo Jesus crucificaram a carne, com as suas paixões e os seus desejos.
Se vivemos pelo Espírito, andemos também pelo Espírito.
Não sejamos presunçosos, provocando uns aos outros e tendo inveja uns dos outros.
Gálatas 5:22-26

Assim, na vinda do Senhor não o frustraremos, e iremos saciar a sua vontade de habitar com a sua igreja eternamente.

sexta-feira, 31 de julho de 2015

Vencendo as aflições do viver (O sofrimento do Justo)


A fidelidade de Deus não poderá ser medida pelo crente passar ou não passar por aflições. A Bíblia reflete muito sobre este tema, podemos ver o exemplo de Paulo que desejava pregar em Roma, e era a vontade de Deus (Rom. 15:22-29; Atos 23:11), mas Paulo chega a Roma preso (Atos 28:16). É certo que o Senhor Jesus ensinou que estas coisas poderiam acontecer com um cristão normal (Jo 16:1-4,33; 2 Tim. 3:12). As escrituras mostram vários exemplos de sofrimentos de justos, e explicações para este fato.
A primeira explicação é comum, a causa primaz dos sofrimentos da humanidade, que é a queda no Éden (Gen. 3:16-19). Pois, todos pecaram e se tornaram sujeito as dores (Rom. 5:12). Desta feita, chegamos à máxima do entendimento teológico que toda humanidade geme devido o pecado, e anseia por uma nova criação (Rom. 8:20-23; 2 Ped. 3:10-13). Então, teremos de depositar a confiança na graça, que é o nosso consolo (I Co. 10:13).
A maior parte dos sofrimentos dos justos é provocada por opções erradas das próprias pessoas (Gal. 6:7), ou seja, me alimento de maneira errada, e não quero ficar doente; avanço o sinal, e não quero bater com o carro; respondo de maneira grosseira as pessoas, e não quero que as pessoas briguem comigo etc. As opções do homem tem o poder de faze-lo feliz ou não.
O outro sofrimento do crente é devido à corrupção do Mundo (1 João 5:19), o mundo é corrompido pelo pecado que este preferiu seguir (1 João 2:16). Assim, o Mundo odeia aqueles que não são do seu sistema (João 17:14), de sua maldade, e então a perseguição é ferrenha. Assim, o cristão verdadeiro não deve ter associação alguma com Mundo (Tiago 4:4). “Não ameis o mundo, nem o que no mundo há. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele” (1 João 2:15), isto cria o sofrimento de habitar num Mundo pecaminoso, e de ver vidas dominadas pelo pecado (Ez. 9:4; At. 17:16; II Ped. 2:8).
O inimigo de nossas almas é o deus deste século (II Cor. 4:4); controla o presente século do mau (I João 5:19; Gal. 1:4; Heb. 2:14). E, ele recebe permissão do Senhor de afligir crentes de várias formas (I Ped. 5:8-9), o exemplo mais conhecido nas Escrituras Sagradas é o de Jó (Jó 1-2). Num dos milagres de Jesus a uma mulher, este afirma que ela estava presa a Satanás por 18 anos (Luc. 13:11-16). Um dos exemplos neo-testamentários mais notórios é do apostolo Paulo, que reconhecia que seu espinho na carne foi de um mensageiro de Satanás (II Cor. 12:7). É certo que cada vez mais nos dedicarmos a causa de Cristo mais contra ataque teremos.

O que fazer em meio ao sofrimento? É uma pergunta fácil de responder, contudo difícil de aceita-la. Fácil, pois, devemos sempre esperar com paciência no Senhor, e orar a ele de maneira intensa e perseverante (Sal. 40:1-3), e difícil porque, esperar em meio à dor é complicado de mais, mas, temos de ter como exemplo a vida de Jó, que tudo há seu tempo dará bem (Jó 42).

sexta-feira, 24 de julho de 2015

Vencendo a Aflição na Mente


Texto Bíblico: Efésios 6:17. II Coríntios 10: 3-6.
 Tomai também o capacete da salvação e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus...
Porque, embora andando na carne, não militamos segundo a carne. Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo, e estando prontos para punir toda desobediência, uma vez completa a vossa submissão.
Introdução:
Vivemos em carne e ainda sentimos os sentimentos da carne, sofremos na carne, gememos na carne, nos desiludirmos na carne, e queremos vencer as nossas lutas na carne porquê este é o sentimento mais vivo em nós muitas das vezes, mas, contudo a Bíblia nos diz em (Jeremias 17:5  Assim diz o SENHOR: Maldito o homem que confia no homem, faz da carne mortal o seu braço e aparta o seu coração do SENHOR!), Deus quer que nós venhamos a confiar nEle para que vençamos as guerras por Ele (Êxodo 14: 14  O SENHOR pelejará por vós, e vós vos calareis). Quando aprendemos confiar nEle podemos saber e ver que a nossa Batalha não é carnal, sim espiritual, e tem como campo a mente, a nossa mente, por este motivo é que o nosso Deus nos deu a chance de termos em nossa vida a sua armadura, e nos aconselha em (Efésios 6:13  Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, depois de terdes vencido tudo, permanecer inabaláveis.) Permanecer inabalável é crer que Deus atua poderosamente nesta Batalha (II Coríntios 10:4-5 Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo pensamento à obediência de Cristo...)
a) Nesta Batalha o Senhor nos protege, nos salva, nos poupa e nos livra:
Quando a Bíblia fala que as nossas armas são poderosas em Deus, nos diz o que está escrito no versículo a seguir (Romanos 8:37  Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.), os que confiam em Deus são mais que um vencedor, pois a sua vitória foi dada pela próprio Deus em amor, uma vitória a onde o homem não pode conquistar, a vitória eterna (Isaías 25:8  Tragará a morte para sempre, e, assim, enxugará o SENHOR Deus as lágrimas de todos os rostos, e tirará de toda a terra o opróbrio do seu povo, porque o SENHOR falou.) o Senhor promete e fala a respeito do seu povo, e não deixa com que o inimigo roube a promessa de Deus em nossas vidas (Lucas 8:12  A que caiu à beira do caminho são os que a ouviram; vem, a seguir, o diabo e arrebata-lhes do coração a palavra, para não suceder que, crendo, sejam salvos.)
Por isto que o nosso Deus além de nos dá a vitória nos protege, nos salva, nos poupa e nos livra como a águia a sua ninhada (Isaías 31:5  Como pairam as aves, assim o SENHOR dos Exércitos amparará a Jerusalém; protegê-la-á e salvá-la-á, poupá-la-á e livrá-la-á.) Isto nos faz despertar em meio a Batalha Espiritual, para alçarmos vôos em suas asas (Deuteronômio 32:11  Como a águia desperta a sua ninhada e voeja sobre os seus filhotes, estende as asas e, tomando-os, os leva sobre elas...).
b) Nesta Batalha o Senhor está presente:
A águia não se aparta do seu ninho está sempre perto para proteger, livra e salvar a sua ninhada de ataques inesperados, assim também é o Senhor vosso Deus, (Jeremias 23:23  Acaso, sou Deus apenas de perto, diz o SENHOR, e não também de longe?) o nosso Deus nunca esta longe e sim muito perto, porque somos feitos moradas suas (1 Coríntios 3:17  Se alguém destruir o santuário de Deus, Deus o destruirá; porque o santuário de Deus, que sois vós, é sagrado) e por sermos sua morada não podemos ser destruídos pelos nossos inimigos pois somos santuários de Deus.
Isto nos faz estarmos sempre na presença de Deus, e com isto Deus estará sempre em nosso meio (Salmos 46:5  Deus está no meio dela; jamais será abalada; Deus a ajudará desde antemanhã.) quando Deus abita em nosso meio nunca seremos abalados, porque seremos protegidos por Ele (Salmos 91:4  Cobrir-te-á com as suas penas, e, sob suas asas, estarás seguro; a sua verdade é pavês e escudo.), e isto quer dizer que Deus nos livrou da sentença do jugo do inimigo (Sofonias 3:15  O SENHOR afastou as sentenças que eram contra ti e lançou fora o teu inimigo. O Rei de Israel, o SENHOR, está no meio de ti; tu já não verás mal algum.) e nós não veremos mais mal algum!!! ALELUIAS !!!
c) Nesta Batalha o Senhor é a nossa fortaleza:
O mal será lançado para longe de nós, pois o nosso Deus é a nossa fortaleza (Salmos 62:2, 6 Só ele é a minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei muito abalado. Só ele é a minha rocha, e a minha salvação, e o meu alto refúgio; não serei jamais abalado.) quando lutamos com Deus temos a esperança certa de jamais sermos abalados para a derrota, e sim elevados para a vitória porque como diz em (Salmos 18:31-32 Pois quem é Deus, senão o SENHOR? E quem é rochedo, senão o nosso Deus? O Deus que me revestiu de força e aperfeiçoou o meu caminho...), o nosso Deus que fortalece o nosso caminho, e nos aperfeiçoa para a Batalha (Salmos 144:1  Bendito seja o SENHOR, rocha minha, que me adestra as mãos para a batalha e os dedos, para a guerra...) o Senhor Deus te ensina a guerrear as guerras que Ele autorizou a chegar a ti.
d) Nesta Batalha o Senhor nos dará a vitória pela santidade do teu povo.
Seremos adestradas para esta vitória se resistimos o Diabo (Tiago 4:7  Sujeitai-vos, portanto, a Deus; mas resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.), e isto significa que temos de resistir ao pecado, ser santo, Santidade ao Senhor (Deuteronômio 23:14  Porquanto o SENHOR, teu Deus, anda no meio do teu acampamento para te livrar e para entregar-te os teus inimigos; portanto, o teu acampamento será santo, para que ele não veja em ti coisa indecente e se aparte de ti.) Quando adoramos a Deus com a nossa santidade o nosso Deus é fiel para nos entregar os inimigos em nossas mãos, pois somos povo do seu legado a onde não habita o pecado (2 Coríntios 6:16  Que ligação há entre o santuário de Deus e os ídolos? Porque nós somos santuário do Deus vivente, como ele próprio disse: Habitarei e andarei entre eles; serei o seu Deus, e eles serão o meu povo) Nesta Batalha ganharemos se formos santos.
e) Nesta Batalha vencemos na mente quando?
A santidade quer dizer morte, separação; quando vemos que esta Batalha é perdida por quem está mais vivo, em nossas mente, logo percebemos que só venceremos tal Batalha se estivermos mortos (Gálatas 2:20  logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim.), só alcançaremos a vitória se tivermos a mente de Cristo (1 Coríntios 2:16  Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo.) e ter esta mente é abandonar o pecado e ter a vida casta diante de Deus, como o próprio Cristo (1 Pedro 4:1-2  Ora, tendo Cristo sofrido na carne, armai-vos também vós do mesmo pensamento; pois aquele que sofreu na carne deixou o pecado, para que, no tempo que vos resta na carne, já não vivais de acordo com as paixões dos homens, mas segundo a vontade de Deus.) Não fazemos isto por sermos capazes, auto suficientes (2 Coríntios 3:5  não que, por nós mesmos, sejamos capazes de pensar alguma coisa, como se partisse de nós; pelo contrário, a nossa suficiência vem de Deus...), suficientes em Deus e estamos inteiramente preparados em Deus para vencermos.
Conclusão:
 Deus nos dá a chance de vencermos esta Batalha mais para isto a estrema necessidade de tomarmos uma decisão, a decisão que Paulo descreve em (Romanos 13:12  Vai alta a noite, e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistamo-nos das armas da luz.) Deixe com que Deus hoje vença a Batalha que vive em sua mente.