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segunda-feira, 5 de março de 2012

Uma vida de compromisso gera evangelização


O cristão comprometido com a obra de Deus sente em seu coração o anseio de compartilhar com outros a obra de salvação de Cristo, cumprindo assim a grande comissão da Igreja (Marcos 16:15  E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura). O salvo por Cristo vai renovando a sua mente até ter a mente do Cristo de Deus (Colossenses 3:10  e vos vestistes do novo, que se renova para o conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou), sucedendo isto, o de mente renovado buscará transformar o Mundo pecaminoso com  a sua mente santa (Romanos 12:2  E não vos conformeis com este mundo, mas transformai-vos pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável e perfeita vontade de Deus).



Esta compreensão levará o cristão a enxergar que a sua missão é a missão de Deus em seu Filho (João 20:21  Disse-lhes, pois, Jesus outra vez: Paz seja convosco! Assim como o Pai me enviou, também eu vos envio a vós),  os que crerem em Cristo é tirado do Mundo pela renovação de sua mente, entretanto, estes  salvos são enviados a muitos outros não salvos (João 17:18  Assim como tu me enviaste ao mundo, também eu os enviei ao mundo). Sendo desta forma o enviado assemelha o seu ministério com o do Cristo de Deus. Ser  enviado como Cristo ao Mundo, significa ter um chamado marcado pela dor e, perseguição como  daqueles que antes exercerão a missão de Deus neste mundo (Mateus 23:34 ¶ Portanto, eis que eu vos envio profetas, sábios e escribas; e a uns deles matareis e crucificareis; e a outros deles açoitareis nas vossas sinagogas e os perseguireis de cidade em cidade), contudo levando a salvação aos que recebem a pregação dos enviados (João 13:20  Na verdade, na verdade vos digo que se alguém receber o que eu enviar, me recebe a mim, e quem me recebe a mim recebe aquele que me enviou); enxergando para si mesmo e, para os outros a pátria celestial, que Deus os têm preparado para os que crêem nEle (Filipenses 3:20  Mas a nossa cidade está nos céus, donde também esperamos o Salvador, o Senhor Jesus Cristo).



Concluísse que o comprometido com o Senhor, é comprometido também com a sua missão de ensinar o Mundo inteiro sobre a graça de Deus:

Mateus 28:19-20  Portanto, ide, ensinai todas as nações, batizando-as em nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-as a guardar todas as coisas que eu vos tenho mandado; e eis que eu estou convosco todos os dias, até à consumação dos séculos. Amém!

O ensinamento de Deus ao ser humano é instrumento de Luz e Salvação para os que vivem em trevas vivendo como se estivessem mortos, distanciados da verdadeira vida e paz (Mateus 4:16  o povo que estava assentado em trevas viu uma grande luz; e aos que estavam assentados na região e sombra da morte a luz raiou), pois os enviados lhes apresentaram a verdadeira luz que é o Senhor Jesus Cristo, Rei dos reis e Senhor dos Senhores (Apocalipse 19:16  E na veste e na sua coxa tem escrito este nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES.)

quinta-feira, 1 de março de 2012

Uma vida de compromisso gera visão transformada

Aquele que tem uma vida de compromisso procura elevar a sua visão de Mundo, para que possa enxergar tudo do ponto de vista Divino. Haja vista, que aquele que tem uma vida cheia do Espírito Santo é o que aprende enxergar tudo como Deus enxergaria, e pauta a sua vida na vontade de Deus, como Cristo (Hb. 12: 2  olhando firmemente para o Autor e Consumador da fé, Jesus, o qual, em troca da alegria que lhe estava proposta, suportou a cruz, não fazendo caso da ignomínia, e está assentado à destra do trono de Deus). A visão transformada é enxergar o presente no controle de Deus.



Mesmo em momentos adversos, o compromissado não olhará a adversidade como um momento de tristeza que o surpreende tirando-o a paz (1 Pedro 4:12  Amados, não estranheis o fogo ardente que surge no meio de vós, destinado a provar-vos, como se alguma coisa extraordinária vos estivesse acontecendo); estes momentos serão para buscar o aperfeiçoamento do seu “ser”. As aflições proporcionam crescimento em todas as áreas do viver, inclusive no relacionamento com Deus (1 Pedro 1:7  para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo). Quando há uma visão transformada, aquele que está em adversidade, logo entende de maneira global o  seu sofrer (1 Pedro 5:9  resisti-lhe firmes na fé, certos de que sofrimentos iguais aos vossos estão-se cumprindo na vossa irmandade espalhada pelo mundo). Este não se torna o centro do Mundo.



Quando a um esvaziamento do “ser”, a uma compreensão da realidade de Deus na vida humana, acomoda o entendimento de que as  dores proporcionadas pelo viver são de naturezas humanas e, que Deus está no controle de tudo; sustendo todos com suas infindáveis misericórdias (1 Coríntios 10:13  Não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar), porque é certo que todos que viverem da forma piedosa de  Cristo serão perseguidos (2 Timóteo 3:12  Ora, todos quantos querem viver piedosamente em Cristo Jesus serão perseguidos).



A. W. Tozer disse certa vez que: “Torna-se  mais desejável ser santo do que ser feliz”; esta frase pode ser compreendida ao deslumbrar a passagem de João 12: 5-8  Por que não se vendeu este ungüento por trezentos dinheiros, e não se deu aos pobres? Ora, ele disse isso não pelo cuidado que tivesse dos pobres, mas porque era ladrão, e tinha a bolsa, e tirava o que ali se lançava. Disse, pois, Jesus: Deixai-a; para o dia da minha sepultura guardou isto.   Porque os pobres, sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes. Notamos que Judas ficou preso ao líquido precioso derramado e não compartilhou da alegria de Jesus Cristo, assim também é na vida do ser humano, que tem algo precioso derramado em seu viver, e não compartilha da alegria do Senhor por sua vida (1 Pedro 2:20  Porque que glória será essa, se, pecando, sois esbofeteados e sofreis? Mas, se fazendo o bem, sois afligidos e o sofreis, isso é agradável a Deus).

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Pastor Douglas Stemback: Perseguição aos cristãos

O evangelho de facilidades pregado nos dias atuais, contradiz a verdadeira
história do cristianismo...
Pastor Douglas Stemback: Perseguição aos cristãos: Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Uma mulher cristã é martirizada sob Nero numa recriação do mito de Dirce (pintado po...

Perseguição aos cristãos

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
 
Uma mulher cristã é martirizada sob Nero numa recriação do mito de Dirce (pintado por Henryk Siemiradzki, 1897, Museu Nacional de Varsóvia).

Perseguição aos cristãos é o nome dado aos maus tratos físicos ou psicológicos, incluindo agressões e mortes sofridas por cristãos por causa da sua na pregação de Jesus. Estas perseguições foram levadas a cabo na Antiguidade não somente pelos judeus, de cuja religião o Cristianismo era visto como uma ramificação, mas também pelos imperadores do Império Romano, que controlava grande parte das terras onde o Cristianismo primitivo se distribuiu, e onde era considerado uma seita. Tal perseguição pelos imperadores teve fim com a legalização da religião cristã por Constantino I, no início do século IV.
Nos últimos séculos, os cristãos foram perseguidos por outros grupos religiosos, incluindo muçulmanos e hindus, e por Estados ateístas como a União Soviética e a República Popular da China.
Perseguições aos cristãos também vem ocorrendo em dezenas de países [1] como Irã, Uzbequistão, Maldivas, Cuba e Eritreia.[2]

Perseguição judaica

O Novo Testamento informa que os cristãos primitivos sofreram perseguição nas mãos das lideranças judaicas de seu tempo, começando pelo próprio Jesus Cristo.
Os primeiros cristãos nasceram e se desenvolveram sob o judaísmo, na medida em que o cristianismo começa como uma seita do judaísmo. As primeiras perseguições judaicas aos cristãos devem ser entendidas, então, como um conflito sectário – judeus perseguindo judeus por causa da heterodoxia. Várias outras seitas judaicas da época, no entanto, como os essênios, foram tão heterodoxas quanto a seita cristã.
De acordo com os textos do Novo Testamento, a perseguição aos seguidores de Jesus continuou após a sua morte. Pedro e João foram presos por lideranças judaicas, incluindo o sumo-sacerdote Anás, que os libertou mais tarde (Atos 4.1-21). Numa outra ocasião, todos os apóstolos foram presos pelo sumo-sacerdote e outros saduceus, mas, segundo o relato neotestamentário, teriam sido libertados por um anjo (Atos 5.17,18). Após escaparem, os apóstolos foram novamente capturados pelo Sinédrio, mas, desta vez, Gamaliel – um fariseu bem conhecido da literatura rabínica – convenceu o concílio a libertá-los (Atos 5.27-40).
No século VI Dhu Nwas, rei judeu do Himyar (no Yemen), moveu um massacre contra os cristãos da península Arábica em 518 (ou 523) d.C., destruindo as cidades cristãs de Zafar e Najaran e queimando suas igrejas e matando quem não renunciasse ao cristianismo. O evento diminuiu consideravelmente a população cristã na região, perecendo talvez 20 mil pessoas [3] e foi lembrada na época de Maomé, sendo referida no Alcorão (al-Buruj:4).

Perseguição romana

 Perseguições narradas no Novo Testamento

De acordo com o Novo Testamento, a crucificação de Jesus foi autorizada por autoridades romanas e executada por soldados romanos. Há também o registro de que Paulo, em suas viagens missionárias, foi várias vezes preso por autoridades romanas. O texto do Novo Testamento não relata o que aconteceu com Paulo, mas a tradição cristã afirma ter sido ele decapitado em Roma, sob o Imperador Nero no ano de 54

Perseguição sob o Império Romano

Perseguição sob Nero, 54-68

Cristãos sendo usados como tochas humanas, na perseguição sob Nero, por Henryk Siemiradzki, Museu Nacional, Cracóvia, Polônia, 1876.

O primeiro caso documentado de perseguição aos cristãos pelo Império Romano direciona-se a Nero. Em 64, houve um grande incêndio em Roma, destruindo grandes partes da cidade e devastando economicamente a população romana. Nero, cuja sanidade já há muito tempo havia sido posta em questão, era o suspeito de ter intencionalmente ateado fogo. Em seus Annales, Tácito afirma que "para se ver livre do boato, Nero prendeu os culpados e infligiu as mais requintadas torturas em uma classe odiada por suas abominações, chamada cristãos pelo populacho"[4].
Ao associar os cristãos ao terrível incêndio, Nero aumentou ainda mais a suspeita pública já existente e, pode-se dizer, exacerbou as hostilidades contra eles por todo o Império Romano. As formas de execução utilizadas pelos romanos incluíam crucificação e lançamento de cristãos para serem devorados por leões e outras feras selvagens. Os Annales de Tácito informam: "... uma grande multidão foi condenada não apenas pelo crime de incêndio mas por ódio contra a raça humana. E, em suas mortes, eles foram feitos objetos de esporte, pois foram amarrados nos esconderijos de bestas selvagens e feitos em pedaços por cães, ou cravados em cruzes, ou incendiados, e, ao fim do dia, eram queimados para servirem de luz noturna".[5]

Perseguição até o início do quarto século

Em meados do século II, não era difícil encontrar grupos tentando apedrejar os cristãos, incentivados, muitas vezes, por seitas rivais. A perseguição em Lyon foi precedida por uma turba violenta que pilhava e apedrejava casas cristãs [6]. Luciano de Samósata fala-nos de um elaborado e bem-sucedido embuste perpetrado por um “profeta” de Asclepius, no Ponto, fazendo uso de uma cobra domesticada. Quando os rumores estavam por desmascarar sua fraude, o espirituoso ensaísta nos informa, sarcasticamente:
...ele promulgou um edito com o objetivo de assusta-los, dizendo que o Ponto estava cheio de ateus e cristãos que tinham a audácia de pronunciar os mais vis perjúrios sobre ele; a estes, ele os expulsaria com pedras, se quisessem ter seu deus gracioso.
Luciano de Samósata[7],
As perseguições estatais seguintes foram inconstantes até o terceiro século, apesar do Apologeticum de Tertuliano (197) ter sido escrito ostensivamente em defesa de cristãos perseguidos e dirigido aos governantes romanos.
A primeira perseguição que envolveu todo o território imperial aconteceu sob o governo de Maximino, apesar do fato de que apenas o clero tenha sido visado. Foi somente sob Décio, em meados do segundo século, que a perseguição generalizada – tanto ao clero quanto aos leigos – tomou lugar em toda a extensão do Império. Gregório de Tours trata deste tema em sua História dos Francos, escrita no final do século VI:
Sob o imperador Décio, muitas perseguições se levantaram contra o nome de Cristo, e houve tamanha carnificina de fiéis que eles não podiam ser contados. Bábilas, bispo de Antioquia, com seus três filhos pequenos, Urbano, Prilidan e Epolon, e Sisto, bispo de Roma, Laurêncio, um arquidiácono, e Hipólito tornaram-se perfeitos pelo martírio porque confessaram o nome do Senhor.
Gregório de Tours[8],
Apesar de confundir as épocas de perseguição (pois menciona, ao mesmo tempo, personagens que foram martirizados sob Maximino, Valeriano e Décio), o testemunho de Gregório mostra o quanto o tema da perseguição marcou o imaginário da Igreja nos primeiros séculos.
A última prece dos mártires cristãos, de Jean-Léon Gérôme (1883).
O clímax da perseguição se deu sob o governo de Diocleciano e Galério, no final do século terceiro e início do quarto. Esta é considerada a maior de todas as perseguições. Iniciando com uma série de quatro editos proibindo certas práticas cristãs e uma ordem de prisão do clero, a perseguição se intensificou até que se ordenasse a todos os cristãos do Império que sacrificassem aos deuses imperiais, sob a pena de execução, caso se recusassem. No entanto, apesar do zelo com que Diocleciano perseguiu os cristãos na parte oriental do Império, seus co-imperadores do lado ocidental não seguiram estritamente seus éditos, o que explica que cristãos da Gália, da Espanha e da Britânia praticamente não tenham sido molestados.
No início do quarto século em 210 o imperador Geta mandou perseguir os cristãos,tortura-los e puni-los com morte.
A perseguição continuou até que Constantino I chegasse ao poder e, em 313, legalizasse a religião cristã por meio do Édito de Milão, iniciando-se a Paz na Igreja. Entretanto, foi somente com Teodósio I, no final do século quarto, que o cristianismo se tornaria a religião oficial do Império.
Edward Gibbon, em seu Declínio e Queda do Império Romano, estima que o número de mortos nesta última perseguição tenha chegado a mil e quinhentos, "num sacrifício anual de 150 mártires".

Perseguição fora do Império Romano (até o séc. V)

Entre os persas

Em virtude das hostilidades entre o Império Romano e o Império Sassânida, os cristãos acabaram por ser perseguidos pelos persas a partir do ano 337, por serem tidos como traidores amigos de uma Roma cada vez mais cristianizada. Em 341, Sapor II ordenou o massacre de todos os cristãos na Pérsia.

Entre os godos

Nos séculos terceiro e quarto, missionários cristãos (especialmente Ulfilas) levaram muitos godos à conversão ao cristianismo ariano. Isto provocou uma reação em favor da religião gótica. Assim, o rei gótico Atanarico iniciou uma política de perseguição aos cristãos, levando muitos deles à morte[9].

Perseguição Hindu aos cristãos da Índia

 
Uma menina cristã que foi queimada durante violência religiosa em Orissa[10]

Na Índia, há um aumento na quantia de violência perpetrada por Nacionalistas Hindus contra cristãos, reproduzindo os princípios que assentam os conflitos religiosos: duas crenças distintas.[11] o aumento da violência anticristã na Índia tem uma relação direta com a ascendência do Partido Bharatiya Janata (BJP).[12] Incidentes de violência contra os cristãos têm ocorrido em muitas partes da Índia. É especialmente prevalente nos Estados de Gujarat, Maharashtra, Uttar Pradesh, Madhya Pradesh e Nova Deli.[12] O Vishva Hindu Parishad (VHP), o Bajrang Dal, e os Rashtriya Swayamsevak Sangh (RSS) são as organizações mais responsáveis pela violência contra os cristãos.[13] Essas organizações, muitas vezes referidas coletivamente sob o nome de sua organização encoberta, o Sangh Parivar e meios de comunicação locais estaiveram envolvidos na promoção de propaganda anticristã em Gujarat.[13] O Sangh Parivar e organizações relacionadas afirmaram que a violência é uma expressão de "raiva espontânea" de "vanvasis" contra "conversões forçadas" através de atividades realizadas pelos missionários. Estas alegações foram contestadas pelos cristãos[14] descrito como uma crença mítica[15] e propaganda por Sangh Parivar;[16] os objetos Parivar em qualquer caso, todas as conversões como uma "ameaça à unidade nacional".[17]

Notas

  1. Jornal Livre - A perseguição aos cristãos no mundo. Página visitada em 07/04/2011.
  2. Portas Abertas - A igreja sofre a pior perseguição da história. Página acessada em 20/04/2011.
  3. Salo Baron, A Social and Religious History of the Jews, Second Edition, Jewish Publication Society of America and Columbia University Press, New York and Philadelphia, 1957, vol. III, pp. 66-69.
  4. Tácito, Annales, XV.
  5. Tácito, Annales, XV.44.
  6. Eusébio de Cesareia, História Eclesiástica 5.1.7
  7. Luciano de Samósata, Alexandre, o monge-oráculo, pp. 223-224.
  8. Gregório de Tours, Historia Francorum, I.30.
  9. Heather, Peter & Matthews, John, Goths in the Fourth Century, pp. 96ss.
  10. Voilência em Orisssa ( slide 8 of 30 - A Christian girl whose face was burnt during the recent religious violence, sits in a shelter at Raikia village in Orissa August 31, 2008. ). Página visitada em 2008-10-10.
  11. Anti-Christian Violence on the Rise in India.
  12. a b Anti-Christian Violence in India.
  13. a b Anti-Christian Violence on the Rise in India.
  14. Low, Alaine M.; Brown, Judith M.; Frykenberg, Robert Eric (eds.). Christians, Cultural Interactions, and India's Religious Traditions. Grand Rapids, Mich: W.B. Eerdmans, 2002. 134 p. ISBN 0-7007-1601-7. Página visitada em 2008-02-23.
  15. Ram Puniyani. Communal Politics: Facts Versus Myths. [S.l.]: SAGE, 2003. p173 p. ISBN 0761996672
  16. Ram Puniyani. Communal Politics: Facts Versus Myths. [S.l.]: SAGE, 2003. p176 p. ISBN 0761996672
  17. Subba, Tanka Bahadur; Som, Sujit; Baral, K. C (eds.). Between Ethnography and Fiction: Verrier Elwin and the Tribal Question in India. New Delhi: Orient Longman, 2005. ISBN 8125028129. Página visitada em 2008-02-23.

Referências

  • DANIEL-ROPS, Henri. História da Igreja de Cristo. Tradução de Henrique Ruas; revisão de Emérico da Gama - São Paulo: Quadrante, 2006 (coleção). ISBN 85-7465-002-1
  • DREHER, Martin. A Igreja no Império Romano. São Leopoldo: Sinodal, 1993.
  • GIBBON, Edward. Declínio e Queda do Império Romano. São Paulo: Companhia de Bolso, 2005.
  • GONZÁLEZ, Justo L. A Era dos Mártires. São Paulo: Vida Nova, 2002.
  • GREGÓRIO de Tours. História dos Francos.
  • GREGÓRIO de Tours. Libri Historiarum. (em latim)
  • HEATHER, Peter & MATTHEWS, John. Goths in the Fourth Century. Liverpool: Liverpool University Press, 1991.
  • LUCIANO de Samósata. "Alexander The Oracle-monger". In The Works of Lucian of Samosata, vol. II. Trad. H. W. Fowler and F. G. Fowler. Oxford: The Clarendon Press, 1905.
  • TÁCITO. Annales. (em latim)
  • TÁCITO. Annales. (em inglês)

sábado, 4 de fevereiro de 2012

Uma vida de compromisso gera comunhão e reconhecimento mútuo


Nos dias corridos é cada vez mais difícil manter uma vida de compromisso. Este compromisso causará um efeito de comunhão e reconhecimento mútuo na vida dos cristãos (Isaías 41:6. Um ao outro ajudou e ao seu companheiro disse: Esforça-te!).

O cristão é chamado a se alistar num exército, o exército de Cristo, donde para obter sucesso não deve se embaraçar com nada deste mundo (2 Timóteo 2:4  Ninguém que milita se embaraça com negócio desta vida, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra.), contudo isto só  será possível mediante a comunhão com o  irmão. Esta comunhão era à força da igreja primitiva (Atos 2:42  E perseveravam na doutrina dos apóstolos, e na comunhão, e no partir do pão, e nas orações.), uns dependentes dos outros e, de Deus (Romanos 12:5  assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros.) para o cumprir da Missão do Corpo.

É primazia nos que estão inseridos no Corpo de Cristo reconhecerem a necessidade da existência dos seus irmãos em Cristo Jesus (Efésios 4: 11-12.  E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres,  com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo.), não há como permanecer em luz sem a comunhão com o  corpo (1 João 1:6-7.  Se dissermos que temos comunhão com ele e andarmos em trevas, mentimos e não praticamos a verdade.  Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo pecado.)

O compromisso com o reino de Deus; com sua expansão; e com a restauração que ele proporciona as pessoas neste mundo, uni a todos que estão imbuídos neste propósito a orarem uns pelos outros (Tiago 5:16.  Confessai as vossas culpas uns aos outros e orai uns pelos outros, para que sareis; a oração feita por um justo pode muito em seus efeitos.).  Não só a orarem, mas confessar as fraquezas do ser para que haja um fortalecimento mútuo.

Concluísse que uma vida de compromisso gera comunhão e reconhecimento mútuo e faz com que os cristãos se auxiliem (Gálatas 6:2. Levai as cargas uns dos outros e assim cumprireis a lei de Cristo), assim é uma vida de compromisso com o Corpo de Cristo.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Fale de Amor

Jorge Camargo


No espelho dágua de seus olhos
Abra os portais de seu abraço
Se for possível, use palavras
Proclame a vida
Em seu singelo esplendor
Cantando ao vento
A música do seu amor
Fale de amor
Trocando os sons pelo silêncio
Tornando voz em gesto e atos
Se for preciso, use palavras
O sol, a lua e as estrelas,
Mulheres, homens e animais
Irmanados na riqueza
Suprema que é viver em paz
Proclamem a vida
Em seu singelo esplendor
Cantando ao vento
A música do seu amor

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

1) Uma vida de compromisso gera segurança


O Mundo atual é construído sobre incertezas; mudanças constantes na economia, na política, na ciência e nas religiões. Tais mudanças balizam o relativismo: intelectual,  moral e religioso. Todos estes fatores culminam na falta de compromisso, numa perspectiva global. Esta nova geração torna-se sem vínculos e sem compromisso, haja vista que seus valores espirituais e morais são relativos. Destarte surge a insegurança no viver, contudo o antídoto seria um procedimento antagônico que seria gerado apenas pelo  um viver de compromisso, resultando uma vida de segurança no Senhor (Salmos 25:10 Todos os caminhos do Senhor são amor e fidelidade para com os que cumprem os preceitos da sua aliança).

Uma vida de compromisso com o Senhor gerará segurança nas promessas de Deus (Hebreus 6:11-12 Queremos que cada um de vocês mostre essa mesma prontidão até o fim, para que tenham a plena certeza da esperança, de modo que vocês não se tornem negligentes, mas imitem aqueles que, por meio da fé e da paciência, receberam a herança prometida.), só existirá completa segurança na vida do cristão quando este exprimir do seu ser toda prontidão ao Senhor.

O Escritor Sacro da  epístola aos Hebreus sempre aponta aos fiéis sobre alertas de que devem continuar na completa certeza da esperança da vida eterna até ao fim e, agindo assim, os fiéis herdarão as bênçãos das promessas (Hebreus 3:6 ... mas Cristo; como Filho, sobre a sua própria casa; a qual casa somos nós, se tão-somente conservarmos firme a confiança e a glória da esperança até ao fim.), o crente em Cristo será feito habitação espiritual de Deus, desde que mantenha sua confiança e se alegre na esperança até o fim.

A segurança nas firmes promessas de Cristo é obtida pelo compromisso da obediência a Ele, pois assim à absoluta confiança de acesso a Deus porque todos os pecado que os separavam dEle foram removidos (Isaías 59.1-2. Vejam! O braço do Senhor não está tão encolhido que não possa salvar, e o seu ouvido tão surdo que não possa ouvir. Mas as suas maldades separaram vocês do seu Deus; os seus pecados esconderam de vocês o rosto dele, e por isso não os ouvirá.), aquele que tem uma vida de compromisso com Deus, sabe que seus pecados foram perdoados e, lavados no sangue do Cordeiro de Deus  (Hebreus 9: 11-28), neste sangue inaudito e imaculado todos que crêem tem a segurança do acesso a Deus (Efésios 2:18. pois por meio dele tanto nós como vocês temos acesso  ao Pai, por um só Espírito.).

Concluiu-se que uma vida de compromisso gera segurança, pois o fiel pelo seu devotar em  fé a Deus será convidado a ter um acesso intrépido a Ele, para obter completa ajuda nos momentos de necessidade (Hebreus 4:14-16). A segurança vem de ter um Deus que compreende as tuas fraquezas, e te fortalece para que  tenhas segurança de enfrentá-las e vencê-las no nome de Jesus Cristo.