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terça-feira, 13 de maio de 2014

Preocupação de Jesus com o perdido


Muito tem se falado hoje em dia de Cristo, contudo pouco disto que é falado reflete o que Cristo é para a vida de milhares de pessoas. Quando o pensamento é remetido a Cristo os axiomas são sempre de preocupações materiais; mas qual era de fato a preocupação de Cristo, ou ainda, qual é a preocupação de Cristo hoje para o ser humano? Tanto no passado como nos dias atuais, a preocupação de Cristo é com o perdido (Porque o Filho do homem veio buscar e salvar o que se havia perdido. Lucas 19:10)

O Senhor Jesus sabe da condição desesperada da humanidade (Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus... Romanos 3:23). Esta humanidade é o retrato da desilusão e da dor provocado pela sua escravidão (Jesus respondeu: "Digo-lhes a verdade: Todo aquele que vive pecando é escravo do pecado. João 8:34). Escravos voluntários por suas paixões infameis, e pela sua arrogância desprovida de limites (Eis aqui, o que tão-somente achei: que Deus fez ao homem reto, porém eles buscaram muitas astúcias. Eclesiastes 7:29), faz com que estes busquem as suas próprias destruições, haja vista, que a morte é o fim deste caminho (Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor. Romanos 6:23).

Este ser tornou-se réu de juízo de Deus (Na presença de Deus e de Cristo Jesus, que há de julgar os vivos e os mortos por sua manifestação e por seu Reino, eu o exorto solenemente: 2 Timóteo 4:1). Este julgamento é terrível pois ninguém poderia livrar-se, pois o Juiz é o Perfeito, aquele que julga o segredo dos homens (Isso acontecerá no dia em que Deus julgar os segredos dos homens, mediante Jesus Cristo, conforme o declara o meu evangelho. Romanos 2:16), só uma pessoa justa poderia ser absorvido pelo o Senhor (Pois também Cristo sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus. Ele foi morto no corpo, mas vivificado pelo Espírito. 1 Pedro 3:18), este era Jesus o Cristo o Filho do Deus Vivo.

Jesus veio dar salvação a humanidade (Eu sou a porta; quem entra por mim será salvo. Entrará e sairá, e encontrará pastagem. João 10:9), O Salvador aclamado por homens como Zacarias (Lucas 1:71,77), e por Santos Anjos (Lucas 2:11). Este foi o ensinamento de Cristo em seu ministério (Pois quem quiser salvar a sua vida a perderá; mas quem perder a vida por minha causa, este a salvará. Lucas 9:24), que só há uma única esperança para os que desejam se salvarem: morrer para os desejos mundanos (Fui crucificado com Cristo. Assim, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. A vida que agora vivo no corpo, vivo-a pela fé no filho de Deus, que me amou e se entregou por mim. Gálatas 2:20).


Como que Jesus lhe proporcionou esta Salvação? Na Ultima Ceia Ele explica como sucederia este processo de salvação (E disse-lhes: "Desejei ansiosamente comer esta Páscoa com vocês antes de sofrer. Pois eu lhes digo: Não comerei dela novamente até que se cumpra no Reino de Deus". Lucas 22:15-16). Trazer salvação quer dizer que Cristo sofreria por todos os eleitos (Tomando o pão, deu graças, partiu-o e o deu aos discípulos, dizendo: "Isto é o meu corpo dado em favor de vocês; façam isto em memória de mim". Da mesma forma, depois da ceia, tomou o cálice, dizendo: "Este cálice é a nova aliança no   meu sangue, derramado em favor de vocês. Lucas 22:19-20). A seguir ele cita o Profeta Isaías (Por isso eu lhe darei uma porção entre os grandes, e ele dividirá os despojos com os fortes, porquanto ele derramou sua vida até à morte, e foi contado entre os transgressores. Pois ele carregou o pecado de muitos, e intercedeu pelos transgressores. Isaías 53:12). Jesus observa: O que está escrito de mim terá cumprimento (Lucas 22:37). A seguir Jesus entrega o se corpo em sacrifício pelos pecados de muitos e intercede pelos transgressores. Esta é a preocupação de Cristo que todos os que foram entregue a Ele se salvem. 

segunda-feira, 5 de maio de 2014

O Amor nos escritos de São João


 

A verdade absoluta nos escritos de São João é que Deus amou ao Mundo de tal maneira que Deus o seu filho unigênito para trazer Salvação (Jo 3:16). É declarado de forma implícita que Deus faz este ato aos pecadores. Tremendo entendimento este, haja vista, que coloca o Amor sublime de Deus oferecido aos que não merecem. Tal Amor é avaliado mui caro; o seu valor foi a Cruz. Jesus nestes escritos declara que o Pai amava a todos que a amavam o Filho (Jo 17:23), e este amor era igual ao amor do Pai para o Filho. É um amor não meritório, pois nunca o homem poderia fazer algo que pudesse atrair o amor do Pai a si, contudo, a todos quantos receberam o Filho de Deus e obedeceram a sua Palavra, tornaram-se amados do Pai (Jo 14: 21, 23).

 

            O Amor idealizado por Deus é demonstrado em diversas passagens, quando refere ao amar o Filho (Jo 3:35; 5:20; 10:17 etc...), este amor é respondido pelo Filho pela obediência e devoção exclusiva ao Pai (Jo. 14:31). Deus anseia que este Amor venha ser real na humanidade.

 

            Jesus é a expressão do Amor de Deus ao homem pecador. Ele veio neste Mundo dar a sua vida a todos seu amigos (Jo. 15:13), este sacrifício fica mais claro a sua grandeza quando é visto por quem Cristo morreu (I Jo. 2:2). Este Amor é intenso, sem reservas; a Cruz prova este amor à humanidade. Assim expressa o entendimento de que Cristo ama como o Pai ama aos que Ele buscou a salvá-los (Jo. 15:9). Um amor singular que se promulga sem limites aos que não merecem (Jo. 13: 1); a expressão “até ao fim” aponta para o clímax deste amor que é a Cruz (I Jo 3:16). São João demonstra que este amor é antes que todos possam aprender a amá-lo (I Jo 4: 10). Jesus exorta a todos a permanecer neste Amor (Jo 15:9-10). É bem entendido que nada pode fazer com que Ele abandone este Amor, contudo, é possível que a humanidade viva fora deste amor, desobedecendo a seus mandamentos.

 

            O Amor de Deus pelos pecadores para São João exige que seja correspondido por estes (Jo. 14:15, 23, 28). Os eleitos demonstram que amam a Deus quando lhe obedecem, se isto não ocorre é porque não lhes amam (Jo. 14:24).

 

            Em João 21:15-17 é demonstrado, que mesmo quando este Amor é negligenciado Deus não negligencia esta pessoa e vai até ela, e lhe estende a chance de viver novamente este amor. Venha você também ser amado por Cristo.

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Razões pela qual Cristo morreu por você


...que se entregou a si mesmo por nossos pecados a fim de nos resgatar desta presente era perversa, segundo a vontade de nosso Deus e Pai... (Gl. 1:4)

O evangelho tem sua centralidade na morte de Cristo na cruz; esta morte foi voluntária (I Timóteo 2:6) e vicária, deste pelos pecadores (I Pe. 3:18; 2:21; 2:24). Nesta cruz o Filho de Deus sentiu o peso do juízo de Deus destinado aos pecadores (II Co. 1:5; Hb 2:9), uma morte substitutiva. Tal entrega foi devido ao pecado da humanidade (Rm 3:23), logo o entendimento é que todos pecaram e estão destituídos de Deus; o pecado afastou a humanidade de Deus (Rm 5:12), tornando impossível à reconstrução deste elo.

            Uma das razões mais veemente da morte de Cristo é pela propiciação dos pecadores (I João 4:10). A vinda de Jesus ao Mundo foi dar a salvação à humanidade de seus pecados (Mat. 1:21), o destino de Cristo era o derramamento de seu sangue para remir todos os pecadores convertidos a Ele (Mat. 26:28); a primeira aliança era feita por sangue de animais, contudo a nova aliança foi feita pelo sangue do Filho de Deus na Cruz do Calvário (Heb. 8:7-13). Existe uma certeza no evangelho, para todo o Filho de Deus, é que Cristo morreu por eles (I Co. 15:3), e desta feita, ter nEle a verdadeira cura, a cura dos pecados (I Pe. 2:24).

            Cristo morre para libertar a todos os eleitos do mundo mau (Tt. 2:14). Esta morte quebra todos os laços que prendia os pecadores ao Império das Trevas (Col. 1:13), proporcionando a todos que lhe aceitaram um proceder digno, santo e irrepreensível (I Ts. 2:12), a palavra modo digno no original indica literalmente “equilibrar os pratos da balança”; portanto, comporta-se como Deus, o mais alto ideal (I Pe. 1:15-16). Isto só é possível, pois o eleito não é mais alienado ao pecado, logo este foi comprado pelo sangue de Cristo no “Lenho Cruento”, pela morte substitutiva de Cristo (I Tm. 2:6), assim Cristo cumpre o seu designo (Mc. 10:45).


            O “Lenho de Cristo” aponta para o resgate dos eleitos de todos os tempos (Mat. 20:28). “Em resgate por muitos”; literalmente no grego “preço de libertação”, o dinheiro pago em prol de um escravo para que este possa ser livre. A vida de Cristo foi oferecida para pagar a dívida do pecado dos que creram em Cristo, este ato proporciona libertação e justificação (II Co. 5:21). Este é o único sacrifício que salva o pecador arrependido (Is. 53:6), redimindo a estes de toda a iniqüidade (Gl. 3:13); Cristo tomou sobre si a maldição por eles merecida, e pagando sua penalidade (Hb 2:10-15). 

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A Cruz de Cristo

Foto: Convidamos a todos.

Texto: I Co. 2:2

Quando é proposto analisar a obra de Cristo é impossível não ter a contemplação da cruz. O Apóstolo São Paulo transformou a cruz a centralidade de seus escritos, é demonstrado que se houvesse um entendimento da cruz todos seriam capazes de compreender a Cristo (1 Co  1:23). A vida cristã seria efetiva quando todos pudessem com os seus olhos contemplar Cristo crucificado (Gl. 3:1). É entendido de maneira clara que foi o sofrimento de Cristo que trouxe a SALVAÇÃO aos homens (Rm. 3.21-26). Não pode haver dúvida que o evangelho cristão o centro é “A Cruz de Cristo”.

            A humanidade se desviou do seu caminho, que era o caminho de vida, e então foi em direção a morte (Ec. 7:29). Destarte a isto, a humanidade passa a ser retribuída com o salário que merece “a morte” (Rm. 6:23). Todavia para São Paulo a morte de Cristo foi vicária (em lugar dos pecadores), uma morte que tornou os pecadores que se aproximaram de Cristo justificados, pois todos morreram em Cristo (II Co 5:14). O entendimento límpido é que Cristo sofreu a morte dos pecadores.

            Considerar esta morte é compreender de maneira dorida que Cristo foi feito pecado por Deus, pelos pecadores eleitos (II Co. 5:21). Cristo tomou o lugar dos pecadores e sofreu o que era destinado aos pecadores a sofrerem.

            Este entendimento da Cruz de Cristo alcança seu ponto máximo quando é abarcado que aquele que era pendurado na cruz era feito maldito (Dt. 21:23), tal julgo era derramado sobre o transgressor da lei do Senhor (Dt. 27:26). São Paulo fala isto categoricamente, destarte, Cristo obedeceu toda Lei. Sentenciado pelo pecado de outros; maldito sendo este bendito; pecado sendo este santo. Por Ele os eleitos são livres da maldição, a morte de Cristo retirou destes permanentemente.


            São Paulo expressa sua alegria na morte, mas também na ressurreição de Cristo, um ato poderoso de Deus que ele menciona em todas as cartas às Igrejas, com exceção de II Tessalonicenses. A esperança não é apenas por Cristo morrer no lugar dos pecadores, mas dEle ter ressuscitado (Rm. 8:11), a ressurreição de Cristo é a certeza de que crer nEle ressuscitar também. Assim aquele que foi feito vergonha na cruz (Hb 12:2), agora é exaltado nos céus (Fp. 2:9). Não como separar a morte, e a ressurreição de Cristo, ambas expressam o amor de Deus pela a humanidade perdida.

domingo, 6 de abril de 2014

A Salvação e Cristo

 
O ser humano desviou de seu caminho, aponto de se tornar cego e débil, destarte, não há neste, esperança de voltar a Deus por seus próprios méritos, ou seja, não há no ser humano a grandeza para ser salvo em si mesmo. Assim é proposto pelas Escrituras Sagrada um ser grandioso que salva o Mundo em si mesmo. Para o apostolo São Paulo, o ser grandioso é Jesus Cristo, pois, nEle há à realização da salvação para o Mundo abatido. Cristo é o Salvador que esperamos de Deus (Fp. 3:20; Tt. 3:6), por meio de Cristo, unicamente por Ele, é que existe esperança de Salvação para a humanidade (1 Ts. 5:9; 2 Tm. 2:10). A Salvação é por meio de Cristo, pois foi Ele que morreu pela humanidade, que vagava pelo caminho da impiedade (Rm. 5:6, 8), e devido a esta impiedade, Cristo foi imputado culpado para resgatar, remir e justificar os ímpios morrendo e sendo castigado em seu lugar; desta feita, a ênfase da Salvação recai na morte do Salvador. (Rm. 8:34; 14:9, 15; 1 Co 8:11; 15:3; Gl 2:21). Então, é esclarecido que essa morte é o que efetua a reconciliação (Rm. 5:10-11; 2 Co. 5:18; Ef. 2:16; Cl. 1:20); com isto, é demonstrado o caminho da paz para os que viviam sem paz (Ef. 2:14-15; Fp. 4:7).
 
            A humanidade perdida em seus pecados necessitaria de redenção, mesmo que tal humanidade buscasse esta redenção em diversos caminhos não ia encontrá-la. Apenas em Jesus Cristo poder-se-ia afirmar a verdadeira redenção (Rm. 3:24). Ter de Cristo a chance de se tornar uma nova criação, só é possível pelo resgate da maldição que a lei proporcionava a todo ser humano; este resgata a humanidade se tornando maldição por esta (Gl. 3:13). A compreensão da obra de salvação de Cristo leva ao entendimento de que a justificação é ligada a Cristo (Gl. 2:17), com isto aqueles que eram imperdoáveis perante a Deus passam a terem de Deus o perdão de seus pecados em Cristo (Cl. 3:13) e por serem então inculpáveis tais recebem a vitória de Cristo em suas vidas (1 Co. 15:57). A humanidade em Cristo pode ter tudo o que deseja para as suas almas a frita: a paz (Rm. 5:1); a esperança (Ef. 1:12; Cl. 1:27; 1Ts. 1:3; 1 Tm. 1:1); filiação (Ef. 1:5); a promessa da vida (2 Tm 1:1); vida eterna (Rm 5:21; 6:23); luz (Ef. 5:14); e riquezas em glórias (Fp. 4:19; Ef. 3:8). As dádivas derramadas sobre aos eleitos de Deus, só são possíveis mediante a Jesus Cristo (Rm. 5:1ss), e os cristãos então, se tornam co-herdeiros de Cristo (Rm.8:17).
 
            A humanidade só poderá construir sua nova vida se tiver Jesus Cristo como fundamento para esta construção (1 Co. 3:11) e, tendo Cristo como fundamento para a nova vida também o terá com pedra fundamental (Ef. 2:20). Isto só pode ocorre porque Ele se ofereceu por sacrifício pelos os eleitos (Ef. 5:2). Então, todos que eram desprezados por seus pecados, foram recebidos por Cristo para a Glória de Deus (Rm. 15:7), isto demonstra a todos que seu sacrifício foi eficaz.

quinta-feira, 27 de março de 2014

Deus Julgará


 
Rom. 2: 1-16.

 

Desde os tempos de nosso Senhor Jesus Cristo o alerta era dado para um proceder digno, entretanto como é demonstrada no texto de Matheus 24: 36-51, no princípio a decadência moral do ser humano sempre foi acentuada, e os procedimentos derivados de sua decadência moral sempre foi odiado por Deus, proporcionando a esta humanidade o julgamento devido.

 

            Deus sempre exigiu bons atos do ser humano, e nunca se colocou de maneira indiferente ao proceder deste, ante promete julgar todas as obras que estes cometeram (Atos 17:31). Sendo Deus Santo, exige de sua criação um proceder digno, então é certo que Ele exigirá uma prestação de conta de tudo praticado (Rm 3:19), todas as más ações são registradas por Deus, como Paulo lembra constantemente em seus escritos. No julgamento de Deus não escapará nem os que vivem aparentemente cumprindo a Lei (Rm 2: 23-24), Deus julgará até mesmo as obras não aparentes. Paulo ao escrever sobre o homem não mede esforços para demonstrar o afastamento deste com Deus, citando as escrituras anosas testamentárias (Rm. 3:11;18). Ainda é demonstrada a corrupção total do gênero humano, com a explicação de a carne é penhorada ao pecado, e é contrária a tudo que é divino; não há como agradar a Deus carnalmente (Rm. 8: 7-8). Esta é a frustração da carne, a sua maldição. Todo ser humano é desobediente a Deus (Rm 11:30) e de se rebelar contra a Deus (Rm. 11:30). Mesmo os que se encontram de baixo de uma tutela religiosa não estão livres de agirem contrários aos estatutos de Deus, não compreendendo a justiça e não enxergando a justiça salvadora que só vem de Deus, estes definem para si mesmos a sua própria justiça (Rm. 10:03). Há ainda aqueles que usam a Santa Palavra para atrair para si benefícios humanos (II Co. 2:17), ou até mesmo com intenções perversas (II Co. 4:2). Quando é exposta a verdade pode ser evidenciado que há pessoas sem Deus (Ef. 2:12), ou até mesmo desligadas da vida com Ele (Ef. 4:18), ou ainda pessoas que não agradam a Deus (I Ts. 2:15), ou não O conhecem (I Ts. 4:5), ou mesmo aqueles que O despreza (I Ts. 4:8).

 

Nestes escritos é totalmente desconsiderado o mal em suas diversas facetas, o mal no ser humano não é uma ação externa, mas, sim de uma má conduta ética, haja vista, que tudo está relacionado com Deus. Destarte, o mal está em: desonrar a Deus; não temer há Deus; ser hostil a Deus; e dentre outras coisas. Cada um é culpado do seu próprio erro, e cada uma receberá o que lhe é destinado (Rm 2:6).

 

O Apostolo São Paulo entende que o Grande Juiz está ativo no mundo, julgando a todos, principalmente a aqueles que são da salvação (I Co. 11:32). Os sofrimentos na vida dos salvos é evidência do grande amor de Deus, isto indica que o Senhor zela pelos eleitos para que estes não sofram com os filhos da perdição. Tal pensamento pode ser difícil de compreender, mas este julgamento é as Boas Novas (Rm. 2:16).

 

Na vida sempre haverá colheitas, haja vista, que a humanidade está sempre plantando; seja na carne ou no espírito (Gl. 6:7-10). Quando este homem semear na carne, a sua sega será para a morte (Rm. 8:3-8). E isto não é uma ação natural dos fatos, mas sim o operar da mão de Deus (Rm. 1: 24,26,28). Deus nunca é neutro mediante a erro, Ele sempre é antagônico ao pecado, a ponto de Paulo escrever que “Deus lhes mandou a operação do erro” (II Ts 2:10-11).

 

Quando os seres humanos vão contrários ao Senhor com seus pecados, o Senhor retribuir este desagravo com um espírito entorpecido (Rm. 11:8). Todos que estão mergulhados em pecado são totalmente desligados das dádivas de Deus. Logo, estes são impedidos por Deus, devido a seus pecados, de observarem a graça deste Deus.

 

Não há como o ser humano escapar do julgamento divino, contudo terá como escapar de ser julgado culpado. Através do arrependimento que é um dom de Deus (II Tm.  2:25), neste caminhar segue a vida eterna que é também o dom de Deus (Rm. 6:23). Apesar do homem merecer o inferno, isto não expressaria a justiça de Deus para sua criação, então a justiça ética de Deus é a justiça em seu Filho, para todo aquele que nEle creia (Rm 1.17; 3:5, 21-22, 25-26; 10:3; II Co. 5:21; Fp. 3:9; Rm. 8:33). Se entregue a Cristo e viva as dádivas de Deus para sua vida.

quinta-feira, 20 de março de 2014

Em troca da alegria que lhe estava proposta



 
Texto: Hebreus 12:1-3

Ser cristão. Esta ideia permeia uma vida isenta de sofrimentos, e de realizações em muitas áreas. Contudo, na prática isto é insustentável; o Mundo é cheio de lamento e aflições (Jo. 16:33), mas, em meios a tantas angustias a uma paz inatingível por qualquer aflição (Fp. 4:6-7). Destarte, Deus deixou uma nuvem de testemunhas que venceu todas as aflições neste Mundo sem apostasia na fé (Hb. 12:1). Crendo estes que o Senhor não é apenas o Autor, mas o Consumador da fé de todos que creem nEle (Hb. 12:2).

 

A caminhada cristã é uma maratona que exige perseverança e concentração (Hb 12: 1-2), entretanto o desanimo pode vir sobre qualquer um devido à esperança demorada. No entanto, o Senhor nesta maratona proporcionou a sua igreja inspiração para prosseguir, uma nuvem de testemunhas que venceram as provações desta vida por crerem na promessa (Hb. 11; 13:7), estes são os heróis da fé cristã. Esta inspiração é acompanhada do incentivo perfeito para o progresso de nossa fé (Hb. 2:2,10), o Cristo, o Iniciador da nossa predestinação (Ef. 1:3-6). Mediante a esta capacitação que foi conferida aos eleitos, Deus dá a instrução final para garantir a vitória final; que é o de largar o peso (Mc. 4:17-19), não deixando que as percas da vida os desestimulem ( Fp. 3: 8,12), esta percas estimularam a uma vida mais santa (1 Jo 1:6-9). E assim é demonstrada a exigência deste Deus que capacitam os seus, que é a perseverança (Hb. 12:1, 3).

 

A perseverança vem na vida dos eleitos quando estes olham para Cristo (Hb. 12:2), e Ele que devemos imitar (Ap. 1:5), pois este resistiu a tudo que o Mundo poderia a lhe oferecer para uma suposta alegria (Mt. 4:1-11), e perseverou até o fim para a honra e glória de Seu Pai  (Hb. 2:9). A Igreja Eleita vence as aflições do tempo presente, o pecado e o desanimo unicamente para agradá-lo (Fp. 4:13); foi descoberto pela fé que é válido suportar a todo o sofrimento (Fp. 4:10-12), trocando toda a alegria proposta por este mundo, para suportar a Cruz para seguir a Cristo (Mt. 16:24). Seguir a Cristo é a renuncia do “eu”, para alcançar as bênçãos de Cristo na eternidade (Hb. 12:2), e neste mundo experimentar a sua alegria completa (Jo. 15:11).